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Fino Recorte

Havia uma frase catita mas que, por razões de força maior, não pôde comparecer. Faz de conta que isto é um blog de comédia.

Fino Recorte

Havia uma frase catita mas que, por razões de força maior, não pôde comparecer. Faz de conta que isto é um blog de comédia.


Roberto Gamito

11.06.21

Bem, deixem-me que vos diga uma coisa, seus fedelhos.
Presentemente, os bebés são estupidamente sobrestimados pelos pais. No século passado, os pais nem sequer sabiam os nomes dos filhos. Alguém podia trocá-los por cães de louça que levariam meses a darem conta do sucedido. Os cuidados de que são alvo são apertadíssimos. É como se as crianças fossem droga que precisamos de fazer chegar aos pontos de venda habituais. Contudo, antes disso, urge ter cuidado com a bófia. Vamos lá ser sérios uma vez na vida: os bebés, ao contrário das drogas, não têm valor comercial. Sei bem que os traficantes de menores discordam, mas é a minha opinião.

Embora não veja qualquer valor nesses homens em botão, reconheço a sua diversidade. Citemos alguns exemplos de putinhos:

1) Putinho suicida.
A maior parte dos putos pode ser incluído neste grupo. Naturalmente, o puto é uma criatura que salta de tentativa de suicídio em tentativa de suicídio. É inegável que têm uma fixação pela asfixia. Suspeito que o sonho deles é morrer sufocados. O que empreendem para realizar o seu sonho de se suicidarem em tenra idade? Tudo, não são homens de onomatopeias, são homens de acção. Põem na boca a primeira coisa que agarram, a saber: peças de lego, fruta demasiado grande e rija ou um vibrador, caso a mãe seja mais descuidada com as suas lides masturbatórias.

2) Putinho larápio.
Uma espécie muito inconveniente de catraio. Regra geral, chegam a casa de um estranho e principiam a abrir gavetas como se procurassem algo de valor. Se os quiserem ver como agentes da autoridade, levam a cabo uma espécie de rusga. Há uma razão para isso. O agente anão afadiga-se à procura de mamas nos armários e nas gavetas.

3) Minibárbaro empinocado
Nos anos 80 e 90, crescíamos como bárbaros. Joelhos esfolados, roupa suja, lutas com paus, pedradas à desgarrada: eis como eram as nossas tardes. Como paga, recebíamos um arraial de bofetadas.
Actualmente, há uma casta de putos que faz muitíssimo pior, porém os adultos não lhe podem dizer nada, chegam a ponto de os incentivar. Se uma criança estiver prestes a degolar o taberneiro, ninguém pode dizer: “Puto, não faças isso, estás a aleijar o homem”. Os pais podiam levar a mal. Acrescente-se a isso que o bárbaro está empinocado da cabeça aos pés com a roupa da moda.

Eis uma pequena amostra da fauna de putos do século XXI.
Como podemos combater estes selvagens?
Por exemplo, sou a favor de veículos sem cintos de segurança e das travagens bruscas. É por essa razão que antigamente tinham tantos filhos, sabia-se que bastava uma travagem para pôr termo ao problema. Hoje são os cintos, as cadeiras e o mais. Houve um tempo em que ninguém se importava com a segurança das crianças. Eram bons tempos.

 

3 tipos de putinhos, Roberto Gamito

 

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